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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012


No amor ninguém pode machucar ninguém; cada um é responsável por aquilo que sente e não podemos culpar o outro por isso… Já me senti ferida quando perdi o homem por quem me apaixonei… Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém… Essa é a verdadeira experiência de ser livre: ter a coisa mais importante do mundo sem possuí-la.

Onze Minutos - Paulo Coelho

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012


“Ninguém jamais poderia entender a Fé. A Fé era exatamente aquilo que estava experimentando agora, um mergulho sem explicação numa noite escura como aquela. Existia apenas porque se acreditava nela. Assim como os milagres também não tinham qualquer explicação, mas aconteciam para quem acreditava em milagres.”

Brida - Paulo Coelho

[…] Mas isto não era o pior. O pior era escolher, e ficar o resto da vida pensando se escolheu certo. Nenhuma pessoa era capaz de escolher sem medo.

Brida - Paulo Coelho

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012


“As pessoas dão flores de presente porque nas flores está o verdadeiro sentido do Amor. Quem tenta possuir uma flor, verá a sua beleza murchando. Mas quem apenas olhar uma flor num campo, permanecerá para sempre com ela. Porque ela combina com a tarde, com o pôr-do-sol, com o cheiro de terra molhada e com as nuvens no horizonte. Brida olhava a flor. O Mago tornou a pegá-la e a devolveu para a floresta.”

Brida - Paulo Coelho


“No amor ninguém pode machucar ninguém; cada um é responsável por aquilo que sente e não podemos culpar o outro por isso… Já me senti ferida quando perdi o homem por quem me apaixonei… Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém… Essa é a verdadeira experiência de ser livre: ter a coisa mais importante do mundo sem possuí-la.”

Onze minutos - Paulo coelho 

“Às vezes entramos num caminho apenas porque não acreditamos nele. Então, é fácil: tudo o que temos de fazer é provar que ele não é nosso caminho. Entretanto, quando as coisas começam a acontecer e o caminho se revela para nós, temos medo de seguir adiante.”

Brida - Paulo Coelho 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012


“Alguma coisa andava muito errada com a civilização; e esta coisa não era o desmatamento amazônico, a camada de ozônio, a morte dos pandas, o cigarro, os alimentos cancerígenos, a situação nas penitenciárias, como diziam os jornais. Era exatamente aquilo em que Maria trabalhava: o sexo.”

Onze Minutos - Paulo Coelho 



“Temos experiências extraordinárias e em menos de duas horas depois estamos tentando nosconvencer de que elas são produtos de nossa imaginação.”

Brida - Paulo Coelho

quarta-feira, 21 de novembro de 2012


Ao chegar em casa, porém, deixou que seu universo desabasse, chorou a noite inteira, sofreu por 8 meses seguidos e concluiu que o amor não fora feito para ela, nem ela para o amor…

 - Onze minutos - Paulo Coelho

Entretanto, não dá mais para ficar quieta, fingir que está tudo normal, que é um período, uma época da minha vida.

Onze Minutos - Paulo Coelho 



“[…] Sabia que ninguém mais ouviria com o mesmo respeito, porque as pessoas tinham medo de saber como a vida era mágica; estavam acostumadas com suas casas, seus empregos, suas expectativas, e se alguém aparecesse dizendo que era possível viajar no tempo - era possível ver castelos no Universo, tarots que contavam histórias, homens que caminhavam pela noite escura - as pessoas iriam se sentir roubadas pela vida, porque elas não tinham aquilo, a vida delas era o dia sempre igual, a noite sempre igual, os fins de semana iguais.”

- Brida - Paulo Coelho 

terça-feira, 2 de outubro de 2012


Um primeiro amor pode não passar nunca, mas sempre acaba.

Veronika Decide Morrer - Paulo Coelho

quinta-feira, 6 de setembro de 2012


Não existe nada completamente errado no mundo, até mesmo um relógio parado, consegue estar certo duas vezes por dia.

Paulo Coelho - Veronika Decide Morrer 


“Quantas coisas perdemos por medo de perder.”

Brida - Paulo Coelho


“Sei que o amor e as represas são iguais: se você deixa uma brecha por onde um fiode água possa se meter, aos poucos ele vai arrebentando as paredes – e chega um momento em queninguém consegue mais controlar a força da correnteza.Se as paredes desmoronam, o amor toma conta de tudo; já não interessa o que é possível ou impossível, não interessa se podemos ou não manter a pessoa amada ao nosso lado – amar é perder o controle. Não, não posso deixar uma brecha. Por menor que seja.”

Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei - Paulo Coelho

sábado, 25 de agosto de 2012


Amar é como uma droga. No começo vem asensação de euforia, de total entrega. Depois, no dia seguinte, você quer mais. Ainda não se viciou,mas gostou da sensação, e acha que pode mantê-la sob controle. Pensa na pessoa amada durante dois minutos e esquece por três horas.
Mas aos poucos, você se acostuma com aquela pessoa, e passa a depender completamente dela. Então pensa por três horas, e esquece por dois minutos. Se ela não está perto,você experimenta as mesmas sensações que os viciados têm quando não conseguem a droga. Nestemomento, assim como os viciados roubam e se humilham para conseguir o que precisam, você estádisposto a fazer qualquer coisa pelo amor.

Na Margem do Rio Piedra Eu Sentei e Chorei - Paulo Coelho


- Lembra da primeira pergunta que lhe fiz?
- “O que é um louco?”
- Exatamente. Desta vez vou lhe responder sem fábulas: a loucura é a incapacidade de comunicar suas ideias. Como se você estivesse num país estrangeiro - vendo tudo, entendendo o que se passa a sua volta, mas incapaz de se explicar e de ser ajudada, porque não entende a língua que falam ali.
- Todos nós já sentimos isso.
- Todos nós, de um jeito ou de outro, somos loucos.

Paulo Coelho - Veronika Decide Morrer


- Já vi uma mulher com um vestido vermelho decotado, os olhos vidrados, andando pelas ruas de Lubljana quando o termômetro marcava 5º abaixo de zero. Achei que ela estava bêbada e fui ajuda-la, mas ela recusou o meu casaco.
- Talvez, em seu mundo, fosse verão; e seu corpo estivesse quente pelo desejo de alguém que a esperava. Mesmo que esta outra pessoa existisse apenas em seu delírio, ela tem o direito de viver e morrer como quiser, não acha?

Veronika Decide Morrer - Paulo Coelho

segunda-feira, 30 de julho de 2012


“Era hora de ter orgulho de si mesma, saber que fora capaz, finalmente tivera coragem, estava deixando esta vida: que alegria!”


Veronika Decide Morrer - Paulo Coelho

domingo, 22 de julho de 2012


“Ninguém percebeu que todo mundo ficou completamente louco? Por que temos tanto medo de ver as coisas como realmente são? Slogans como este conseguiram desviar nossa atenção das coisas que realmente importam. Não há outra saída. Quero que as pessoas saibam que preferi me matar a participar da loucura coletiva desse mundo em que vivemos. Esse não é o mundo real. Adeus”


Veronik decide morrer - Paulo Coelho.