terça-feira, 25 de dezembro de 2012


“– É romântico – insistiu ela.
– É brega.
– Adoro romantismo.
– Você adora uma breguice.
– E você só pensa em sexo.
– Que nada! No fundo, sou um romântico – brinquei.
Ela riu e segurou minha mão.
– Vamos, seu romântico, está ficando tarde.”

Não conte a ninguém - Harlan Coben


Quando você tem medo e faz mesmo assim, isso é coragem.

Coraline – Neil Gaiman


Não quero que acabe. Não quero ficar sozinho agora.

Anna e o Beijo Francês – Stephanie Perkins


“Escute esta, viu... Você sabe a diferença que existe entre uma mulher e uma garotinha?”
“Não.”
“Nenhuma. Ambas procuram frequentemente ser a outra.”

Desculpa se te chamo de amor – Federico Moccia

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012


– Não acredito que vamos continuar fazendo isso – falei.
– Foi você quem começou.
– Sim, quando tinha 12 anos.
Elizabeth deu um sorriso. Não costumava sorrir, mas, quando o fazia, nossa!, atingia em cheio meu coração.

Não conte a ninguém - Harlan Coben


O homem virou-se.
Seus olhos eram botões grandes, negros e brilhantes.
– Olá, Coraline – disse. – Estou morto de fome.

Coraline – Neil Gaiman


Então, o que peço? Algo que não tenho certeza de que quero? Alguém que não tenho certeza de que preciso? Ou alguém que sei que não posso ter?

Anna e o Beijo Francês – Stephanie Perkins

“Minha mãe ensinou que confiar é bom e desconfiar é melhor.”

Desculpa se te chamo de amor – Federico Moccia

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012


Nosso relacionamento havia resistido a muitas barreiras. Eu me perguntava se ele conseguiria sobreviver à verdade. Ou melhor, às mentiras não contadas.

Não Conte a Ninguém – Harlan Coben

– Hora do almoço, Coraline – disse.
– Quem é você? – perguntou Coraline.
– Sou sua outra mãe – respondeu a mulher.

Coraline – Neil Gaiman


– Vocês todos não acham que piquenique no cemitério no Dia de Halloween é clichê demais?

Anna e o Beijo Francês – Stephanie Perkins


Cada instante que passa é uma história... Depende do que você vai fazer depois com ela.

Desculpa se te chamo de amor – Federico Moccia

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012


– Coraline?
Parecia a voz de sua mãe. Coraline entrou na cozinha, de onde partira a voz. Uma mulher estava de pé, de costas para a porta. Lembrava um pouco a mãe de Coraline. Apenas...
Apenas sua pele era branca como papel.
Apenas ela era mais alta e mais magra.
Apenas os dedos era demasiado longos e não paravam nunca de mexer, e suas unhas vermelho-escuras eram curvadas e afiadas.

Coraline – Neil Gaiman

Estou na França há um mês e, embora tenha subido o elevador da Torre Eiffel (Mer me levou enquanto St. Clair e Rashimi esperaram lá embaixo na grama – St. Clair porque tem medo de cair e Rashimi por se negar a fazer qualquer coisa turística), embora tenha caminhado sobre a plataforma de observação do Arco do Triunfo (Mer me levou de novo, claro, enquanto St. Clair ficou lá embaixo ameaçando empurrar Josh e Rashimi no tráfego circular insano), ainda não fui ao cinema.
Na verdade, ainda nem saí do câmpus sozinha. Meio constrangedor isso.

Anna e o Beijo Francês – Stephanie Perkins


“Somos tão completamente diferentes. Em tudo. Corremos o risco de nos apaixonarmos perdidamente um pelo outro.”

Desculpa se te chamo de amor – Federico Moccia